Natal, críticas sociais e fantasmas em um único escritor

Boa noite, pessoas lindas!!!!!

Bom, em vez de dizer que o Natal já passou, é melhor colocar que faltam 322 dias para sua chegada. Não sou boa de cálculo (vixe!), então me corrijam se escorreguei nos números. Independente disso, o que vem ao caso é que ainda faltam muitos dias para o Natal. Assim, nunca é tarde ou cedo demais para ler histórias com a temática natalina. Queremos que a época dure o ano inteiro e podemos esperar o momento tendo as mesmas atitudes que, normalmente, temos durante o Aniversário tão aguardado.

Para que isso seja possível, temos que primeiramente analisar o nosso interior. Só que essa análise precisa ser constante e não apenas uma vez ao ano. A partir daí, com toda certeza, será possível mudar o nosso exterior, que se manifesta através do nosso modo de ver o mundo e se comportar.

Charles Dickens é o célebre autor de “Um Cântico de Natal”, que tem como protagonista o avarento Ebenezer Scrooger. Ao término do conto, Scrooger consegue sim ganhar a nossa simpatia. Afinal, embora cada indivíduo seja portador de uma identidade, mudanças são permitidas quando são para o bem.  

“Um Cântico de Natal” pode ser a história mais lida de Charles Dickens, porém não é a única. O autor é bem conhecido por suas histórias envolvendo a temática fantasmagórica, a natalina e, muitas vezes, as duas juntas; e pode-se dizer que foi ele quem criou o conceito de Natal trazido para os nossos dias.

A indústria cinematográfica ajudou na divulgação de sua obra. Filmes como "Oliver Twister" e "Os Fantasmas de Scrooger" foram o maior sucesso, mas nunca é demais ajudar nessa disseminação. Aproveitando a oportunidade, sugiro o filme “O Adorável Avarento”, de 1970. Apesar dos efeitos especiais não serem tão modernos para nossa época, o filme é rico em canções maravilhosas, além de que nos apresenta à obra em grande estilo.

Com uma linguagem simples, as histórias Dickens, além de promover diversão, são acompanhadas de críticas sociais e reflexões sobre família, amizade, companheirismo, afeto... vida. Ao mesmo tempo em que uma obra aborda os temas como pobreza e miséria, a mesma traz esperança e otimismo. Criticou duramente as injustiças sociais por meio de seus livros, e era esperançoso que esse cenário iria mudar. Infelizmente, após 148 anos de sua morte, o cenário é o mesmo.

Charles John Huffam Dickens nasceu 7 de fevereiro de 1812, Landport, Portsmouth, no Reino Unido. Como podemos perceber, estamos no mês de seu aniversário de nascimento. Então, por que não aproveitarmos para conhecer um pouco sobre sua obra?

Assim, essa semana gostaria de compartilhar duas das histórias Dickens: “A história dos duendes que raptaram um coveiro” e “O sinaleiro”. A primeira será colocada no dia sete, dia do aniversário de nascimento do nosso autor. O aniversário é dele e nós vamos ganhar presentes rs. O título é meio que sinistro (credo!), mas garanto que Gabriel Grub e os duendes auxiliará a abrirmos novamente as portas para novas análises e autoexames, aqueles que muitos costumam fazer apenas no Natal. O segundo será compartilhado para abrir o fim de semana com chave de ouro!!!

Mas nunca se limitem. Se tiverem a oportunidade, aproveitem e leiam, ou assistam às adaptações das obras Charles Dickens.

Beijos e fiquem com Deus....

 

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