Já faz certo tempo que tinha vontade de ter um espaço só meu
para escrever.
Sei lá, alguma ferramenta em que eu pudesse colocar os meus
pensamentos na forma de palavras ou indicar títulos que julgo interessantes.
Sempre gostei das palavras. Sempre gostei da leitura. Acho muito bonito quem escreve. Há textos e mais textos que
fazem você viajar. Você mergulha em uma outra dimensão, um universo onde não
existe mais nada além das palavras e da mensagem que elas querem te passar. Não
falo apenas de autores famosos não. Afinal, a fama é apenas consequência.
Não tenho o dom da escrita, mas o fato de você não ser
contemplado inatamente com alguma característica não quer dizer que não possa tentar.
Embora aquela velha frase que diz “não deixe de fazer o que
gosta por causa dos outros” seja um tanto verdadeira, não é fácil para muitas pessoas, seja para exporem certos pensamentos, seja para executarem outras ações as quais gostariam.
Curiosamente, meu livro preferido foi escrito em formato de diário, mas isso não quer dizer que você tenha que, necessariamente, escrever diários. Já escrevi, mas nunca respeitei o real sentido da
palavra. Talvez não tivesse paciência para discorrer sobre todos
os acontecimentos do dia-a-dia, ou tivesse medo de que alguém pegasse meu caderno sem
permissão e me achasse uma boba. Afinal, se a pessoa for próxima a você, poderá identificar seu texto
pela letra.
Sim... medo... medo por si só já é uma palavra forte que, quando acompanhado de um verbo, pode fazer estragos, pois te impede de agir.
Pois é, eu sei que não estava seguindo a reflexão supradestacada. E sei que quem usa uma ferramenta tecnológica como esta aqui presente e a publica não deve
reclamar que leiam suas ideias. Mas o objetivo é esse. Pelo menos aqui, o medo de identificação é amortecido.
Mas será que só amortecer basta? É tapar o sol com a peneira, se é. Mas é um começo. Seres humanos são inconstantes e julgadores. Por quê? Por conta do medo.
Assim, surgiu-me a ideia de me colocar aqui. É uma forma de começar, talvez, a enfrentar. Adiava sempre e
sempre o começo. Mas o começo só pode começar se você começar. Então, aos que se
identificam, bem-vindos.
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